ARTISTAS BOICOTADORES DE ISRAEL – PARTE 2: A SEQUÊNCIA

 

Partners - 31a Bienal before

O obscuro artista libanês militante da causa palestina que divulgou via Facebook o manifesto dos 55 artistas boicotadores de Israel, que exigiam da 31ª Bienal de São Paulo, com orçamento total de R$24 milhões, a retirada do apoio de R$90 mil que Israel destinou à exposição de 3 artistas israelenses selecionados, cantou vitória anunciando, pela mesma via, que os 55 foram ouvidos.

Após “negociações coletivas”, a Fundação Bienal comprometeu-se a retirar o logo do Consulado de Israel como “patrocinador máster” do evento, mantendo-o apenas aos artistas israelenses apoiados. “Essa transparência será aplicada a todos os financiamentos nacionais para artistas na Bienal.”, afirmou o obscuro artista libanês.

Como essa segregação seria feita não foi explicado, mas parece que um papelote deve ser toscamente colado nos cartazes e catálogos já impressos, explicando que os apoios são específicos de cada artista/país. A grotesca solução proposta pela Fundação Bienal após as “negociações coletivas” (imagino cenas bizarras e de horror típicas de assembleias comunistas, nazistas e islamitas) satisfez os artistas boicotadores de Israel.

Segregando os três israelenses com o logo do Consulado de Israel simbolicamente convertido em “estrela amarela” pelo movimento BDS, imposta com a cumplicidade da Fundação Bienal, que “não tinha como devolver o dinheiro”, os 55 artistas boicotadores de Israel atingiram seu objetivo de confundir guerra com genocídio, autodefesa com massacre, terrorismo com resistência e arte com propaganda.

Baseados em crenças de inspiração nazista, os artistas do evento macabro que abre suas portas nesta sexta-feira em São Paulo conseguiram impor sua vontade totalitária à organização brasileira, sob o pretexto de que “o financiamento [de Israel] pode comprometer e minar a razão de existência de seus trabalhos”.

Entendemos melhor o caráter propagandístico da “arte” a ser exposta nessa Bienal islamizada ao sermos informados pelo artista libanês militante da causa palestina que “a luta por autodeterminação do povo palestino se reflete nos trabalhos de muitos artistas e participantes da Bienal, envolvidos com direitos humanos e lutas populares em escala global.”

Sabemos qual é o caráter desses “direitos humanos” e dessas “lutas populares em escala global”: ele nada tem a ver com a violação dos direitos humanos praticada na maioria dos países envolvidos com a causa palestina, mas sempre e apenas com as supostas violações cometidas por Israel.

Dois dos três artistas israelenses financiados por Israel assinaram o manifesto e participaram do Boicote BDS ao seu país. Nada como cuspir no prato em que se come! É uma atitude nobre e corajosa, que mostra o que vale a ética na sociedade global dominada pelo islamofascismo aliado às esquerdas totalitárias.

O manifesto de Facebook conclui-se com a seguinte frase de efeito: “A opressão de um é a opressão de todos.” Os 55 artistas que agora oprimem os 3 colegas israelis, que passam a ser vistos (com o colaboracionismo masoquista de 2 deles) como animais no zoo, não se sentem como opressores.

Henrique Sanchez, membro do Movimento Palestina para Tod@s (Mop@t), atuante no Brasil desde 2008, declarou que “a desvinculação do apoio de Israel à Bienal foi uma importante vitória” do movimento BDS, abrindo “precedentes para a construção de amplas ações, iniciativas e campanhas de boicote cultural no Brasil”.

O caso demonstra que ceder o mínimo que seja ao terrorismo infiltrado acarreta consequências devastadoras à democracia do país hospedeiro. Dois artistas palestinos ficaram indignados com o fato de o site do Consulado de Israel linkado na página da Bienal informar que as recentes operações militares do país em Gaza eram atos de autodefesa contra as hostilidades iniciadas pelo Hamas. Ou seja, eles se indignaram com a verdade! Querem impor a mentira palestina ao mundo inteiro, e até mesmo no site do Consulado de Israel.

Um desses paranoides afirmou que “jamais teria aceitado participar de uma mostra se soubesse que seria patrocinada por Israel”. Adepto do apartheid de Israel no mundo ele assim conclui sua arenga racista: “Eles querem nos usar por meio da arte para legitimar e purificar o genocídio que eles estão conduzindo agora na faixa de Gaza.” A visão que o Palestino Vitimado tem do mundo é um inferno, e ele não cessa de expandi-la aonde quer que esteja, até que o inferno que ele criou em sua mente tenha o tamanho da Terra.

Ataques terroristas são legítimos; defender-se deles, não: essa é a lógica terrorista dos terroristas. Os quatro árabes (dois palestinos, um egípcio e um libanês) interessados no BDS contra a Bienal paulista que os selecionou recusaram-se a abandonar simplesmente a mostra, alegando que o contrato assinado com a Fundação os obrigava a devolver o dinheiro da produção de seus trabalhos. Que chato, hein? A dignidade tem um preço, mas esses paladinos da Justiça não estão dispostos a pagá-lo.

O mais curioso é que o artista libanês que assumiu a liderança do protesto confessou temer ser punido em seu país ao retornar de uma Bienal apoiada por Israel: “Participar dessa mostra pode ter graves consequências legais para mim”, declarou à imprensa. Como é? O campeão dos direitos humanos “violados” por Israel teme voltar ao seu país e sofrer sanções e sabe-se lá mais o quê só por ter participado de uma mostra patrocinada por Israel?

O coitado do artista que vive sob tal regime de opressão deveria boicotar, antes de tudo, seu próprio país e a si próprio, excluindo-se de todo e qualquer evento em que seu trabalho, quando financiado por seu país, é assim manipulado para legitimar graves violações de seus direitos humanos.

DOCUMENTAÇÃO

Nota emitida pelo Consulado de Israel em 8 de setembro de 2014

O Estado de Israel e seu Ministério de Relações Exteriores cooperam de longa data com a Bienal de São Paulo, e obras israelenses foram exibidas em cada uma das Bienais realizadas.

Alguns meses atrás, curadores da Bienal se dirigiram ao nosso Ministério, solicitando a participação de Israel, como sempre tem sido feito – e paralelamente examinando as possibilidades de Israel contribuir financeiramente para a Bienal. Israel propôs certa quantia, os curadores solicitaram um aporte maior e Israel acedeu a este pedido também.

Alguns dias antes da inauguração da mostra, foi publicado manifesto de um grupo de artistas em repúdio ao patrocínio de Israel, manifesto esse apoiado por determinados curadores – parte dos quais haviam anteriormente procurado Israel para solicitar sua contribuição financeira.

Israel considera a atitude dos artistas signatários e o apoio destes curadores como uma iniciativa nefasta, contraproducente, nociva e moralmente condenável, que pretende prejudicar, boicotar e discriminar um Estado participante da Bienal. Esta iniciativa é negativa para a arte e a cultura, que os artistas da Bienal deveriam apreciar e proteger, pois arte e cultura são linguagens universais, que não conhecem limites e fronteiras.

Elas podem e devem aproximar povos e segmentos sociais e políticos. A atitude dos artistas e curadores causou prejuízo a estes mesmos princípios, ao prestígio da arte e da cultura em geral e ao da Bienal, em particular.

Política e cultura não devem se misturar e não se deve utilizar e se aproveitar da cultura para atingir fins políticos. A Bienal se realiza para expressar e dar espaço adequado e importante para a arte e a cultura – as lutas políticas se devem fazer nos foros políticos nacionais e internacionais adequados, que foram constituídos para esses fins.

A inaceitável tentativa – já frustrada –  dos artistas assinantes com o apoio dos curadores de “sequestrar” a Bienal para fins políticos é contra os princípios que devem reger os importantes eventos culturais internacionais.

O Consulado Geral de Israel em São Paulo agradece ao presidente da Fundação Bienal de São Paulo, Dr. Luis Terepins, ao Conselho da Bienal e a todos aqueles que se esforçaram para chegar a uma solução viável para todos e permitiram a realização da Bienal, com a participação de todos os países e patrocinadores do evento, contribuindo assim para salvaguardar a mostra dos prejuízos que a atitude daqueles artistas e curadores poderia ter acarretado.

Posição do Presidente da Bienal

Luis Terepins, presidente da Bienal, declarou: “Somos uma instituição plural, não tomamos partido”, disse à Folha de S. Paulo. “Buscamos apoio de todos sem discriminação. Esse problema que existe entre Israel e palestinos fica lá. O grande exemplo que a temos de dar é o que buscamos construir.”

Como os curadores da Bienal apoiaram o manifesto – “o tema é maior que a 31ª Bienal” -, a solução “intermediária” encontrada foi definir que o patrocínio de Israel será apenas para os quatro artistas israelenses presentes na mostra.

Resposta de Leandro Spett Spett

O jovem artista Leandro Spett Spett repudiou o manifesto, que qualificou de uma iniciativa “patética, pífia e contraproducente. […] A arte está acima de rótulos, etiquetas e plataformas políticas. Ela jamais poderia ser sequestrada por quem se julga superior. Estes artistas fizeram da arte e do evento seus reféns, eles sequestraram a Bienal. […] É justo criticar qualquer país e sua política, mas por meio da arte e não nos bastidores”:

Crítica de Sheila Lerner

Num artigo para O Estado de S. Paulo, a crítica Sheila Leiner mostrou a contradição do artista libanês boicotador de Israel, que “trabalha com o dinheiro da Bienal (já que o Líbano não patrocina o evento), ao mesmo tempo em que questiona o patrocínio”. E também destacou a essência do movimento BDS, que gera “ódio, exerce coação, ameaça, influencia pessoas e tenta impor sua vontade pelo uso da apreensão”, concluído: “Esta é exatamente a forma de ação política que define o terrorismo”.

2

FONTES

Boletim Informativo da Confederação Israelita do Brasil, 11/09/2014.

FRANCISCO NETO, José. Bienal de Arte de São Paulo não terá mais o apoio de Israel. Brasil de Fato, 01 de setembro de 2014. Disponível em: http://www.brasildefato.com.br/node/29688.

MARTÍ, Silas. Árabes ameaçam deixar Bienal por causa de patrocínio de Israel. Folha de S. Paulo, 28 de agosto de 2014. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2014/08/1506926-arabes-ameacam-deixar-bienal-por-causa-de-patrocinio-de-israel.shtml.

Anúncios

ARTISTAS BOICOTADORES DE ISRAEL

31-bienal-de-sao-paulo-big

Politicamente, os 55 artistas que exigem da Fundação Bienal de São Paulo a retirada do apoio que Israel deu ao evento em sua 31ª edição, para a qual foram selecionados, estão mais atrasados que o Anão Diplomático, que já autorizou o retorno de seu embaixador a Tel-Aviv, após as tão “necessárias” consultas empreendidas durante o conflito provocado pelos terroristas do Hamas em Gaza.

Numa Carta Aberta à Fundação Bienal, eles escrevem que “ao aceitar esse financiamento [não especificado no texto], o nosso trabalho artístico exibido na exposição é prejudicado [sic] e, implicitamente, usado para legitimar agressões e violação do direito internacional e dos direitos humanos em curso em Israel [sic]”. Ou seja, o “dinheiro sujo” de Israel prejudica o trabalho e corrompe as boas intenções desses artistas puros…

Puros de alma como os “cristãos velhos de sangue limpo” e os “arianos de sangue puro”, eles recaem na noção mística primitiva aplicada aos judeus pela Inquisição e revivida pelo Nazismo, segundo a qual os judeus são os “contaminadores” do mundo.

Os artistas boicotadores de Israel seguem igualmente os métodos que os nazistas inauguraram em 1933 nos chamados Boicotes aos Judeus, com a diferença de que hoje essas práticas antipáticas da extrema-direita são redimensionadas para um movimento cool e pós-moderno: o Boicote ao Estado Judeu, também chamado de BDS (Boycotts, Divestment and Sanctions against Israel), articulado pelos militantes palestinos.

Como que dotados de um faro apurado de cães de caça, os artistas engajados no BDS detectaram que “a Fundação Bienal de São Paulo aceitou dinheiro do Estado de Israel” e apontaram seus dedos duros: “o logo do Consulado de Israel aparece no pavilhão da Bienal, em suas publicações e em seu website”. Oh!

Selecionados por uma Bienal que descobrem estar assim “contaminada pelo dinheiro de Israel”, os 55 artistas ingratos (incluindo eventuais judeus que desprezam seu povo) exigem agora, num ultimátum, que aquela Fundação “amiga de Israel” escolha: ou ela devolve o que recebeu de Israel, ou eles retiram suas obras da exposição. Como são importantes!

Tivessem coerência ideológica, e não quisessem de fato expor seus trabalhos dentro de uma Bienal “amiga de Israel” para “legitimar” com suas obras ditas artísticas “agressões e violação do direito internacional e dos direitos humanos”, de que culpam exclusivamente o Estado Judeu, como bode expiatório do mundo assim “purificado” por um ódio que se quer universal, eles é que simplesmente se retirariam do evento.

Poderiam então montar uma Bienal paralela de protesto, para a qual certamente encontrariam generoso financiamento das ditaduras do Oriente Médio que exterminam homossexuais, lapidam mulheres e usam crianças como carne de canhão. Esse apoio não prejudicaria em nada seus trabalhos sensíveis apenas ao contato com o “maldito” Estado de Israel.

Mas isso logo não lhes bastaria, pois o que esses artistas querem mesmo é perseguir Israel: “Rejeitamos a tentativa de Israel de se normalizar dentro do contexto de um grande evento cultural internacional no Brasil”, afirmam delirantes, querendo que o mundo pregue no peito do Estado Judeu uma enorme estrela amarela.

Com empáfia, os artistas boicotadores de Israel demonstram odiar esse Estado acima de todos os outros, sobre os quais não veem pesar quaisquer “agressões e violação do direito internacional e dos direitos humanos”, incluindo o Brasil entre os Estados campeões da Justiça da chamada “comunidade internacional”.

Não convém lembrar os 50 mil assassinatos anuais que ocorrem no país-sede da Bienal, recriminado pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos pelo desrespeito aos indígenas em Belo Monte e pela ONU por toda a barbárie reinante em seus presídios superlotados, verdadeiras masmorras medievais, segundo o próprio Ministro da Justiça do atual governo, que nada faz para mudar a situação.

Os artistas alérgicos ao “dinheiro do Estado Judeu” não são afetados com os prêmios, apoios, bolsas e pagamentos que  recebem de seus e de outros Estados violadores dos Direitos Humanos. Só um Estado os incomoda no mundo. “Israel é a nossa infelicidade”, pensam com amargura os 55 paladinos da ética ao se juntar, para aliviar seus corações, ao que há de mais retrógrado e de podre no mundo atual.

FONTE DAS FRASES CITADAS

FILHO. Celso. Em carta aberta, artistas repudiam apoio de Israel à Bienal de São Paulo. O Estado de S. Paulo, 29 Agosto 2014. Disponível em: http://cultura.estadao.com.br/noticias/artes,em-carta-aberta-artistas-repudiam-apoio-de-israel-a-bienal-de-sao-paulo,1551594.

OS PINÓQUIOS DO HAMAS FAZEM SUCESSO NO BRASIL

pinoquio-nariz-grande-attilio-mussino

Ilustração de Attilio Mussino (1878-1954) para Avventure di Pinocchio, de Carlo Collodi, edição R. Bemporad e figlio, de 1911.

O MEMRI traduziu do árabe para o francês (que verto aqui para o português) um documento de extremo interesse para quem acompanha o conflito entre o Estado de Israel e os terroristas do Hamas, que controlam o território de Gaza, fazendo do povo palestino uma vítima das conhecidas barbáries perpetradas pelo fundamentalismo islâmico travestido de “resistência”:

MENSAGEM PARA OS ATIVISTAS DO FACEBOOK NO SITE DO MINISTÉRIO DO INTERIOR DO HAMAS

EXCERTOS DAS DIRETRIZES DO DEPARTAMENTO:

Toda pessoa morta ou caída como mártir deve ser chamada de “civil de Gaza ou Palestina”, antes de especificar o seu papel na Jihad ou posto militar. Não se esqueçam de sempre acrescentar as palavras “civis inocentes” ou “inocentes”, referindo-se às vítimas dos ataques de Israel em Gaza.

Comecem [seus relatórios sobre] as ações de resistência pela expressão “em resposta ao cruel ataque israelense” e concluam com a frase: “essas numerosas pessoas são mártires desde que Israel lançou sua agressão contra Gaza.” Sempre se certifique de manter o princípio: “o papel da ocupação é atacar, e nós na Palestina estamos sempre no modo reativo.”

Tenham cuidado para não espalhar boatos de porta-vozes israelenses, especialmente aquelas que afetam o front interno. Cuidado para não adotar a versão [dos acontecimentos] da ocupação. Vocês devem sempre emitir dúvidas [sobre a versão deles], refutá-la e considerá-la como falsa.

Evitem postar fotos de ataques de foguetes sobre Israel a partir dos centros da cidade de Gaza. Isso [serviria] de pretexto para atacar áreas residenciais da faixa de Gaza. Não publiquem ou não partilhem fotografias ou clipes de vídeo mostrando locais de lançamento de foguetes ou [as forças] do movimento de resistência na faixa de Gaza.

Para os administradores de páginas de informações no Facebook: não publiquem fotos de homens mascarados com armas pesadas em grande plano, para que sua página não seja fechada [pelo Facebook] sob o pretexto de incitamento à violência. Em suas informações, certifique-se de especificar: “os obuses localmente manufaturados usados pela resistência são uma resposta natural à ocupação israelense que deliberadamente dispara foguetes contra civis na Cisjordânia e em Gaza”…

Além disso, o Ministério do Interior preparou uma série de sugestões destinadas aos ativistas palestinos que interagem com os ocidentais através das mídias sociais. O Ministério sublinha que essas conversas devem diferir das trocas com outros árabes:

Quando vocês falam para o Ocidente, devem usar um discurso político, racional e convincente e evitar o palavreado emotivo choramingas da empatia emocional. Alguns ao redor do mundo estão dotados com uma consciência; vocês devem manter contato com eles e usá-los em benefício da Palestina. O papel deles é provocar vergonha pela ocupação e expor suas violações.

Evitem entrar numa discussão política com um ocidental para convencê-lo de que o Holocausto é uma mentira e uma enganação; por outro lado, associe-o aos crimes de Israel contra civis palestinos.

A narrativa da vida em comparação com a narrativa do sangue: [falando] para um amigo árabe, comecem com o número de mártires. [Mas falando] para um amigo ocidental, comecem com o número de mortos e feridos. Certifiquem-se de humanizar o sofrimento palestino. Tentem retratar o sofrimento dos civis em Gaza e na Cisjordânia durante as operações da ocupação e seus bombardeios de cidades e vilas.

Não postem fotos dos comandantes militares. Não mencionem seus nomes em público, não louvem os sucessos deles nas conversas com amigos estrangeiros! [1]

A “Mensagem para os ativistas do Facebook” postada no site do Ministério do Interior do Hamas revela com clareza que esse grupo terrorista possui uma estratégia de propaganda digna de um Josef Goebbels, mesclada, contudo, a uma ingenuidade que chega a ser infantil (Goebbels jamais divulgava publicamente suas estratégias de propaganda), que a torna ainda mais fascinante para os que sofrem de esquerdismo, essa “doença infantil do comunismo” (nas famosas palavras de Lenin) e que adotam a estratégia proposta pelos terroristas islâmicos mesmo sabendo tratar-se de mentiras puras, distorções da verdade e falsificação dos fatos.

Especialmente no Brasil a estratégia perversa do Hamas alcançou um alto índice de popularidade junto à população letrada, sendo adotada por toda a esquerda idiotizada pela ideologia (a “falsa consciência”, na célebre definição de Marx), pelas “mídias independentes” e muito frequentemente pelas mídias de consumo, e agora até pelo próprio governo. Numa nota divulgada a 23/07/2014, o Itamaraty fez um de seus pronunciamentos mais lamentáveis, igualmente digno de Josef Goebbels:

O Governo brasileiro considera inaceitável a escalada da violência entre Israel e Palestina. Condenamos energicamente o uso desproporcional da força por Israel na Faixa de Gaza, do qual resultou elevado número de vítimas civis, incluindo mulheres e crianças. O Governo brasileiro reitera seu chamado a um imediato cessar-fogo entre as partes. Diante da gravidade da situação, o Governo brasileiro votou favoravelmente a resolução do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas sobre o tema, adotada no dia de hoje. Além disso, o Embaixador do Brasil em Tel Aviv foi chamado a Brasília para consultas. [2]

Mais uma vez, por obra desse governo, o Brasil se viu exposto ao ridículo e ao vexame mundiais. Quer dizer então que um país em eterna guerra civil, onde a cada ano 50 mil pessoas morrem assassinadas, incluindo mulheres e crianças, quer se alçar como árbitro de um conflito externo sobre o qual nada entende? Chamar o embaixador do Brasil em Tel-Aviv para consultas?! O Brasil quer romper relações diplomáticas com Israel? Já fomos promovidos ao status da Venezuela?

A Chancelaria de Israel respondeu à altura: “Esta é uma lamentável demonstração de por que o Brasil, um gigante econômico e cultural, continua a ser um anão diplomático. O relativismo moral por trás deste movimento faz do Brasil um parceiro diplomático irrelevante, que cria problemas ao invés de contribuir para soluções.”, declarou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores de Israel, Yigal Palmor [3], que ironizou a derrota brasileira na Copa como exemplo de desproporcionalidade, explicando que a guerra não é uma partida de futebol, e que só não há centenas de mortos em Israel porque esse país construiu um sistema anti-mísseis eficiente, e não se desculpará por isso. [4]

O embaixador brasileiro respondeu dizendo em tom bovino que seu país reconhecia o direito de defesa de Israel, mas não aceitava a desproporção das mortes palestinas. Ou seja, Israel pode se defender dos ataques terroristas palestinos desde que morra de seu lado um número igual ou próximo. Infelizmente, Israel zela pela vida e pela segurança de seus cidadãos e, por isso, não pode oferecer centenas de mortos para satisfazer o senso de proporcionalidade dos antissemitas. 

A posição alucinada do Itamaraty foi criticada pela CONIB (Confederação Israelita do Brasil) e pela ANAJUBI (Associação de Advogados Brasil-Israel), mas louvada, é claro, na Faixa de Gaza: “O Brasil é melhor do que os países árabes, como o Egito, que não fazem nada”, reportou o correspondente Diogo Bercito da Folha de S. Paulo [5]. Estamos mal mesmo, nos alinhando com os terroristas palestinos que nem os países árabes apoiam mais, e seguindo à risca as diretrizes dos Pinóquios do Hamas…

Fontes:

[1]: http://www.memri.fr/2014/07/22/directives-du-ministere-de-linterieur-du-hamas-aux-activistes-en-ligne-parlez-toujours-de-civils-innocents/

[2]: http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2014/07/1490447-israel-repudia-critica-do-brasil-sobre-bombardeios-na-faixa-de-gaza.shtml?cmpid=%22facefolha%22

[3] http://www.jpost.com/Operation-Protective-Edge/Brazil-recalls-ambassador-for-consultations-in-protest-of-IDF-Gaza-operation-368715

[4]: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2014/07/porta-voz-de-israel-reage-e-afirma-que-desproporcional-e-7-1.html

[5]: http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2014/07/1490447-israel-repudia-critica-do-brasil-sobre-bombardeios-na-faixa-de-gaza.shtml?cmpid=%22facefolha%22

SEM OLHOS EM GAZA

O artigo “Bloqueio faz de Gaza prisão ao ar livre” (Folha de S. Paulo, 6 jun. 2010), assinado por Marcelo Ninio, enviado especial a Gaza, é um bom exemplo de reportagem produzida segundo os modelos oferecidos gratuitamente pelos Ministérios Ocultos da Propaganda Nazista. Ele foi escrito para substituir a descrição objetiva dos fatos por uma ficção dramática, remodelando a realidade sensível segundo a representação dessa realidade pré-modelada na mente do público já doutrinado. Assim, sob a foto de uma praia cheia de palestinos tomando sol e jogando bola em Gaza, a legenda: “Centenas de palestinos freqüentam o litoral, um dos principais refúgios contra a miséria que assola o território em decorrência do bloqueio israelense.”

A legenda poderia ser apenas: “Centenas de palestinos freqüentam o litoral”. Mas o que ganharia a causa palestina com isso? É preciso meter ideologia. Um comunista completaria a legenda: “Centenas de palestinos freqüentam o litoral, um dos principais refúgios contra a miséria que assola o território”, sugerindo a ruindade da administração capitalista do governo, a exploração dos trabalhadores palestinos pelos palestinos ricos, etc. Mas o que ganharia a causa palestina com isso? Não, é preciso meter ideologia e ainda por cima anti-israelismo. É preciso castigar Israel: “Centenas de palestinos freqüentam o litoral, um dos principais refúgios contra a miséria que assola o território em decorrência do bloqueio israelense.” Agora, sim, o quadro está completo. A culpa é de Israel. Podemos prosseguir.

“As prateleiras dos mercados da faixa de Gaza estão cheias. […] Mas três anos de bloqueio arrasaram a economia local, deixaram quase metade da população desempregada e tornaram inacessíveis para a maioria […] os produtos que enchem as prateleiras.” Aqui, um comunista notaria que o problema então não é a falta de produtos, que enchem as prateleiras, mas a distribuição deles, tal como é realizada internamente em Gaza. Mas não se deve jamais culpar a administração do Hamas. É preciso culpar sempre e apenas Israel. Segundo os militantes da causa palestina, apenas Israel, que é mau, bloqueia Gaza; o Egito, que também bloqueia Gaza, é bom, não bloqueia porque quer, apenas porque cumpre ordens de Israel, esse “Estado Nazista” que manda no mundo inteiro…

A reportagem prossegue com suas imagens contraditórias de miséria dramática e boa vida com diversão e fartura na praia: “A vida continua. Famílias fazem fila em sorveterias. […]. À noite, os cafés ficam cheios de jovens fumando narguilé, e casais passeiam pela orla […]. […] Na área de maior densidade populacional do mundo, a maioria não tem para onde ir. A escassez de bens causada pelo bloqueio é driblada com o contrabando em centenas de túneis que passam sob a fronteira com o Egito. Mas a falta de liberdade para deixar o pequeno território por terra, mar ou ar justifica a fama de Gaza de ‘a maior prisão do mundo’.” Não sei se Gaza é maior que Cuba, mas se for está conseguindo superar Cuba em diversão e terror… O certo é que milhões de africanos famintos adorariam viver numa prisão cheia de guloseimas, como a de Gaza, já na de Cuba não seria tão apetitoso viver: as regalias estão reservadas apenas aos turistas comunistas que vão ali se abastecer de propaganda, relaxando em hotéis de luxo.

Leia-se, por exemplo, a grande queixa de Mohammad Abu Mandeel, gerente de qualidade da Paltel, empresa palestina de telecomunicações, registrada na reportagem: “A vida aqui é comer, beber, dormir e esperar […]. A maioria dos jovens e das crianças daqui jamais viu outro lugar.” Bem, a maioria dos jovens e das crianças do Brasil nunca saiu do Brasil. A maioria dos jovens e das crianças da África nunca saiu da África. A maioria dos jovens e das crianças da Rússia nunca saiu da Rússia. Pior ainda em Cuba, onde a totalidade dos jovens e das crianças nunca saiu de Cuba.

A reportagem vai atingindo picos de delírio em suas contradições: “Quem chega a Gaza esperando cenas de fome típicas da África e lojas vazias, se surpreende com a variedade das mercadorias disponíveis. Fora bebidas alcoólicas, vetadas pelo governo islâmico do Hamas, há de tudo, de perfumes de grife a computadores. Comerciantes de Gaza contam que é possível encomendar qualquer coisa pelos túneis. […] ‘Não há ninguém morrendo de fome’, diz o porta-voz do Hamas Taher Alnonno. ‘Mas a vida não é só comida. A pressão psicológica afeta a todos de forma profunda.’.”

Ah, quer dizer que a crise humanitária em Gaza, causada pelo bloqueio de Israel, é meramente psicológica. Os palestinos são um povo muito especial, o mundo precisa tratar da depressão dele. É o único povo que precisa de socorro mundial e de centenas de humanitários carregando em flotilhas toneladas de suprimentos desnecessários para socorrê-lo – desnecessários porque esse povo, na verdade, não passa fome, nem tem qualquer necessidade urgente de alimentos e remédios, e na verdade está apenas traumatizado com o bloqueio.

A reportagem revela números curiosos: “Segundo o PAM (Programa Alimentar Mundial), 7 de cada 10 habitantes de Gaza recebem ajuda humanitária. Antes do bloqueio, 150 mil pessoas trabalhavam em Israel. Só 2% das fábricas que existiam antes do cerco continuam operando. ‘Pode ser que não haja crise humanitária no sentido estrito. Mas, se as organizações saírem, Gaza entra em colapso’, diz Jean-Noel Gentile, do PAM.” Mas quem disse que as organizações sairão de Gaza? Israel era o único país que dava emprego aos palestinos, mas eles preferiram eleger um governo que nega a existência de Israel, se explodir onde antes ganhavam a vida e lançar milhares de foguetes para receber de troco não mais empregos, mas destruição pesada e bloqueio. Enquanto isso, ao invés de levar alguma racionalidade aos dementes que controlam os palestinos, as ONGs e a ONU criaram em Gaza um gigantesco Programa Bolsa Família, transformando o povo palestino em povo dependente de ajuda externa e consumidor de donativos internacionais, nele desestimulando o desenvolvimento de uma economia local.

Os palestinos recebem tudo na boca, e vivem a boa vida de quem obtém de graça o que outros povos precisam suar muito trabalhando para conseguir. Mesmo assim, eles estão traumatizados, pois ainda que recebam e tenham de tudo na sua “prisão a céu aberto” não podem mais se deslocar até Israel para se explodirem (graças ao Muro, à época tão condenado pela comunidade internacional), nem fabricar aqueles milhares de foguetes que lançavam contra Israel (graças ao bloqueio que a comunidade internacional ora contesta). Eles ainda jogam algumas dezenas de foguetes, mas não é como antes.

O bloqueio acabou com a maior diversão dos palestinos. Daí a depressão deles. Um terrível sentimento de impotência os aflige. Por isso a comunidade internacional não vai mais admitir esse bloqueio. Os palestinos não podem ficar deprimidos. Eles precisam voltar a sorrir, dedicando-se ao lançamento intensivo de foguetes contra Israel. Afinal, o Estado Judeu tornou-se o culpado pela infelicidade do mundo, segundo o velho preceito nazista (“os judeus são a nossa infelicidade”), atualizado para todo o planeta, em tempos de globalização.

Assim, a reportagem nega que o Hamas tenha a intenção de fabricar bombas e foguetes, como sempre o fez, e como gostaria tanto de voltar a fazer, caso o bloqueio fosse levantado: “[…] as restrições à entrada de materiais de construção perpetuam o drama. Cimento, ferro e vidro são vetados por Israel – sob a alegação de que podem ser usados para fins militares pelo Hamas.” Pois é: a  razão do bloqueio não passa de uma alegação de Israel. A verdade está sempre e apenas na boca do Hamas, do Fatah, dos palestinos. Israelenses, judeus, sionistas – são todos dissimulados: eles só alegam, nunca afirmam, nunca dizem a verdade. Só os palestinos afirmam, só os palestinos declaram, só as fontes palestinos são confiáveis…  asseguram-nos os Ministérios Ocultos da Propaganda Nazista.

10 TONELADAS DE PROPAGANDA

O  mundo apóia com paixão o terror imposto pelo Hamas na Faixa de Gaza, como se os palestinos fossem os novos judeus oprimidos por um Estado Nazista, que teria transformado aquele território no “maior campo de concentração do mundo”. E condena com a mesma paixão as IDFs, que conseguiram frustrar a tentativa insana de 663 ferozes pacifistas de 37 países  que, pretextando levar ajuda humanitária aos palestinos, sonhavam em romper o bloqueio a Gaza à força.  

A ardilosa empreitada de apoio ao terrorismo contou com a participação de celebridades duvidosas como Mairead Corrigan, a irlandesa Prêmio Nobel da Paz; Denis Halliday, ex-assistente de secretário geral da ONU; Haneen Zoubi, membro árabe israelense do Knesset; Raed Salah, líder de um ramo do Movimento Islâmico em Israel; Henning Mankell, novelista sueco; Iara Lee, cineasta americana-brasileira; e certo número de parlamentares europeus e árabes. O objetivo guerreiro de quebrar o bloqueio legal estava claro desde o cartaz que divulgava a missão e o movimento: 

Cartaz do Free Gaza Movement: a meta é romper o bloqueio legal

Dori Goren, Embaixador de Israel no Uruguai, esclareceu no La Republica que as IDFs agiram segundo normas do Direito Naval Internacional: um Estado em situação de beligerância tem o direito de impedir contrabando de armas à zona de conflito impondo bloqueio naval defensivo mesmo em águas internacionais. Assim o fez a ONU no Líbano pela decisão 1701 do Conselho de Segurança. Também o pedido israelense para que a “Flotilha da Liberdade” acatasse o bloqueio amparou-se no artigo 67 (a) do Manual de Direito Internacional de San Remo sobre conflitos bélicos navais.   

A “Flotilha da Liberdade” não tinha objetivos humanitários: “Essa missão não é sobre entregar ajuda humanitária, é sobre quebrar o bloqueio de Israel”, reiterou à AFP a implacável Greta Berlin, da ONG internacional  The Free Gaza Movement, que organizou, com a ONG européia The European Campaign to End the Siege on Gaza e a ONG turca Insani Yardim Vakfi (IHH), associada aos grupos terroristas Hamas e União do Bem, financiados pelo Irã – segundo o Coronel Richard Kemp, ex-comandante das Forças Britânicas no Afeganistão – essa complexa operação de martírio: “Esperamos duas coisas boas dessa viagem: chegar em Gaza ou morrer”, declarou uma orgulhosa tripulante da Marmara Mavi, a nave provida pela IHH, em meio a alegres cânticos antissemitas de Infitada, com os quais os 350 turcos fundamentalistas islâmicos embarcados saudaram a partida.  

Atolados em propaganda, também os brasileiros inflamam-se contra as IDFs. Eis algumas opiniões de leitores da Folha on Line (mantidos os erros de grafia e concordância, as frases truncadas e mal escritas) diante do fracasso da “Flotilha da Liberdade” em furar o bloqueio de Israel, sempre condenado antes de qualquer investigação dos fatos, pelo mundo sordidamente antissemita, do Papa Bento XVI a Mahmoud Ahmadinejad:     

“Os caras têm a coragem de falar que foram atacados! Um assalto desses, típico de comandos, altamente treinados. Quem em sã conciência iria atacar esses caras? Suicídio seria, ainda mais sabendo da índole dos judeus! Povo maldito! Só louco pensa o contrário!” Márcio Teodoro

“Que vergonha, Israel, agindo assim vcs parecem os nazistas com a famosa Blitzkrieg, cadê os terroristas a bordo?” Sergio Bezzan. 

“Israel é tornou-se Alemanha Nazista melhorada, modernizada e muito mais odiada.” Fernando Fábio

“O Conselho de Direitos Humanos da ONU aprovou resolução que determina “o envio de uma missão internacional para investigar violações das leis internacionais”. Foi aprovada por 32 dos 47 membros do Conselho, Três países se pronunciaram contra, entre eles os Estados Unidos. Como sempre os EUA mais uma vez incentivam a prática de toda sorte de barbárie por Israel, assegurando impunidade, não importando que crianças, velhos, mulheres grávidas sejam vítimas de crimes deliberados desses carniceiros.” Helio Figueirdo

“Israel, sequestrou, assassinou, saqueou covardemente pacifistas em missão humanitária, em águas internacionais. Isso é crime de guerra. Mas o governo terrorista de Israel não será punido, pois os poderosos EUA os acoitam e participam desse banquete de sangue inocente. Somente a volta do Partido Trabalhista poderá diminuir os estragos causados pelos fanáticos terroristas judeus. Somente a aceitação das diferenças poderá trazer paz ao Oriente Médio e ao mundo.” Cristiano Garcia

“Esse Estado nazi-fascista passou dos limites, mata pessoas indefesas e não respeita as leis internacionais. Certo mesmo está o Presidente do Irã, pois Israel deve ser riscado do mapa. O Brasil deve imediatamente romper qualquer laço diplomático com esse país que mantém um milhão e meio de pessoas confinadas no maior campo de concentração do mundo.” Davi Silva. 

“Israel é um câncer cravado na região. Sua presença ali gera tensões no mundo todo. Tanto lugar no mundo para criar o estado israelense e criam logo no meio dos árabes… Os judeus com certeza se esqueceram o que seus antepassados passaram nas mãos dos nazistas e agora usam métodos semelhantes com os palestinos.” Renato Ferreira. 

“Terroristas, e outros em geral, não levam uma estrela na identificando-os, assim podem estar no meio de qualquer atividade. Israel desde que deram-lhes um estado, estão metendo-se em tudo na região com apoio dos EUA. O que deveria ser feito é um bloqueio comercial internacional contra Israel. Se eles tiveram seu estado, porque os palestinos não podem ter o seu. E o mundo hoje critica Hitler, quantos Israel já matou após a II guerra? Está certo? Querem mandar na região. EUA/Israel mesma coisa.” Paolino Legname. 

“Os ativistas acabaram de deixar a pocilga israel. Foram ‘confiscados’ todos os seus celulares, máquinas fotográficas e de vídeo. Agora fica esclarecida a ação de pirataria de israel. Latrocínio.” Ivanov Albanese

Etc. etc. etc. 

Idiotas como esses contam-se aos milhões no mundo, e alguns deles, diplomados em jornalismo, logo chegam à grande imprensa. Âncoras do SBT afirmaram ser impossível distinguir quem atacou quem na abordagem dos navios embora apenas um cego não veja nos vídeos postados no YouTube como a turba pacifista cai matando sobre cada soldado embarcado. Repórteres da Globo induziram a perturbada Iara Lee a depor contra a verdade afirmando que os tripulantes que atacaram os soldados com facas, coquetéis molotov, barras de ferro e outras armas improvisadas se “defenderam apenas com socos e pontapés” contra “os caras” que “chegavam atirando para matar”.

Fotos divulgadas na galeria turca Hurriyet mostram como os pacifistas humanitários da “Flotilha da Liberdade” receberam os soldados israelenses: com farta distribuição de coquetéis molotov e barrinhas de ferro, num festivo batismo de sangue, digno dos navios da série de terror Piratas do Caribe. Constata-se nessas fotos dos próprios elementos do Marmara Mavi o que já se pudera constatar nos vídeos divulgados pelas IDF: nenhum dos soldados entrou empunhando armas, e mesmo assim foram recebidos com violência e à socapa, covardemente. Um dos soldados grita de dor depois de receber golpes na cabeça, outro está prestes a ser linchado, outro ainda jaz ensangüentado ao chão. Um humanitário parece ter acabado de esfaqueá-lo pacificamente na virilha: empunha ainda a faca afiada.

Iara Lee declarou, contudo, que os caras chegaram dando tiros na cabeça de todo mundo, obrigando os pacifistas humanitários a se defenderem com socos e chutes enquanto as mulheres desciam para o andar de baixo. Como o diretor cego de Dirigindo no escuro, Iara Lee deve dirigir mesmo quando não enxerga nada, ou como o Dr. Mentalo de O homem dos olhos de raio X, deve ver através das paredes…

Também a essa socialite socialista e artista arteira, dedicada a ações ilegais junto a elementos terroristas (seis deles já identificados pelas IDFs como associados aos grupos Viva Palestina, Hamas, Jihad Islâmica e Al Qaeda) parece natural reagir a uma abordagem militar com ações defensivas: “Eu acho que no desespero o que eles acharam ali, ó, eles pegaram: vassoura, canivete, sei lá, se tivesse alguma faca de comer…”, declarou ao Jornal Nacional.

Mas não são vassouras e facas de cozinha o que os pacifistas humanitários empunham, segundo suas próprias imagens, mas barras de ferro, porretes, facas de caçador.  Foram encontradas dezenas dessas armas dentro do Marmara Mavi, além de máscaras contra gás, coquetéis molotov e estilingues com bolas de gude e pedras selecionadas, no tamanho ideal, embaladas em práticos saquinhos plásticos, prontas para o uso dos consumidores jihadistas  – embora não se tenha divulgado que os humanitários petendiam guerrear um pouco, pacificamente, antes de entregar as suas 10 toneladas de suprimentos em Gaza.

Iara Lee prometeu enviar “à ONU, às TVs, às pessoas do Movimento da Paz e da Justiça” as fitas gravadas pelo cinegrafista da  Sérvia no Marmara Mavi, que ele conseguiu carregar escondidas na cueca. (Ele deve ter aprendido com os nossos mensaleiros, que escondem os dólares na cueca, na meia). Mas ela só fará isso depois de editar o material: “Pretendo editar as imagens até domingo e divulgá-las tanto para a imprensa brasileira quanto para a norte-americana. Também quero enviar para a ONU, para ajudar nas investigações do incidente”. Ao mesmo tempo, declarou que os israelenses são assassino e ladrões: “Além de assassinos, pois entraram atirando na gente como se fosse a 3ª Guerra Mundial, eles também são ladrões. Estão editando imagens feitas por jornalistas que estavam nos barcos para contar a história do jeito deles, deturpando tudo […]”. Claro, só ela pode editar as imagens e contar a história verdadeira, de um só lado, suprimindo as imagens que não interessam, que compometem…

Iara Lee ainda defendeu a ação dos pacifistas humanitários que resultou em nove mortos e trinta feridos: “É claro que [a ação dos pacifistas humanitários] foi uma vitória política. Infelizmente, é duro dizer isso, mas quando morrem ou são feridos cidadãos da Noruega, dos EUA, da Comunidade Européia, o mundo presta atenção. Não são apenas os palestinos sendo massacrados”. Entramos, assim, na Jihad.02, com suas operações de martírio estendida aos simpatizantes, aos idiotas úteis de todo o mundo. Também eles precisam agora morrer pela causa palestina, não apenas os homens-bombas…

Esses formadores de opinião continuarão seu trabalho sujo de esclarecer as massas sem cultura suficiente para entender questões complexas. Recebendo as diretivas dos Ministérios Ocultos da Propaganda Nazista, insistirão que a “Flotilha da Liberdade” era de ajuda humanitária; e que suas 10 toneladas de alimentos e remédios fariam a diferença numa Gaza miserável. Contudo, este clipe postado pelo Roots The Club, a 30 de abril de 2009, ou seja, após o bloqueio, revela com exuberância a falácia imoral da caracterização de Gaza como o “maior campo de concentração do mundo”:

 

Assim o Roots The Club se decreve: “Uma combinação única de design contemporâneo e chiquê urbano, Roots The Club é um ícone no coração de Gaza City. Esse complexo multiuso – que inclui uma cozinha internacional, fino restaurante para jantares, um elegante hall de banquetes e um café no terraço – fica a poucos minutos das principais atrações, shoppings e centros de negócios de Gaza. Está a apenas 200 metros das areias brancas das praias de Gaza.” (Tradução do autor do original em inglês). 

O clipe entusiasmou o “ativista” Lubnani2009, que o adicionou aos preferidos de seu canal no YouTube, decorado com a mensagem: “Morte a Israel”, escrita em todas as línguas, e que conta com 1082 amigos. Claro que o luxo brega do Roots The Club destina-se às elites palestinas, mas também os mercados populares de Gaza revelam uma abundância que contrasta violentamente com a imagem oficial de Gaza disseminada pelos Ministérios Ocultos da Propaganda Nazista. 

Os palestinos não vivem nenhuma crise humanitária, como clama os sicários da ONU. Segundo o ponderado jornalista Tom Gross, que visitou recentemente os territórios palestinos, há mais Mercedes Benz circulando em Gaza que em Tel Aviv; e especialmente na Cisjordânia, graças a acordos com Israel, o progresso econômico é espantoso: em Jenin foi inaugurado um moderníssimo shopping center (a matéria é ilustrada por fotos dele). 

E, mesmo assim, os palestinos continuam a receber a maior quota de ajuda humanitária do planeta, em prejuízo das regiões realmente miseráveis, e muitíssimo mais necessitadas: Israel transfere diariamente 18 toneladas de ajuda humanitária a Gaza, que pode, assim, dispensar tranquilamente as 10 toneladas de suprimentos da  “Flotilha da Liberdade”. 

Essas 10 toneladas foram providas por centenas de ativistas internacionais numa operação nababesca envolvendo seis embarcações de luxo, organizada por uma ONG terrorista turca milionária. Esses riquinhos radicalizados embarcaram carregando numerosos equipamentos de produção. Apenas Iara Lee declarou ter perdido nessa operação de martírio uma quantidade de câmaras e lentes que ela avalia em 150 mil dólares. Isso já revela que o objetivo da “Flotilha da Liberdade” não era nem mesmo romper o bloqueio (ação extremista ilegal de sucesso sabidamente duvidoso) e sim documentar essa provocação, registrando em fotos, filmes e vídeos todos os incidentes – de preferência sangrentos – que ela inevitavelmente causaria, para assim  prover o mundo de mais umas 10 toneladas de propaganda anti-Israel

Gaza não precisa de ajuda humanitária: o Hamas rejeitou as 10 toneladas de suprimentos da “Flotilha da Liberdade”, despachadas por Israel do porto de Ashdod. As autoridades de Gaza surrealisticamente exigiram, para receber aquela ajuda, “garantias de que Israel deixou em liberdade todos os detidos” (Taher A-Nunu, porta-voz do executivo do Hamas). A carga ficará apodrecendo em 20 caminhões, na passagem fronteiriça de Kerem Shalom, a 60 quilômetros da Faixa de Gaza…  Para o Hamas, tão ético, a honra e a política é tudo o que conta; prover os palestinos é de somenos importância. 

Gaza não precisa de ajuda humanitária, mas de uma democracia que erradique o terror que a dominou. E os ativistas riquinhos que apóiam a tirania do Hamas (que tortura e assassina oponentes, faz das crianças palestinas escudos humanos e submete a população à sharia medieval), deviam ou assumir seu antissemitismo ativo alistando-se em partidos neonazistas, ou retornar à esquerda e militar nas verdadeiras causas progressistas. 

Como? Prestando ajuda humanitária às crianças que morrem de fome na África; fazendo campanhas para libertar os prisioneiros políticos de Cuba e do Irã; sustentando a luta das mulheres muçulmanas, cujos direitos são sistematicamente violados pela sharia; defendendo a existência ameaçada dos homossexuais, violentamente oprimidos, fuzilados e enforcados em regimes islâmicos; socorrendo as centenas de milhares de refugiados do Sudão; e apoiando o complexo combate dos soldados israelenses e norte-americanos, que morrem para defender as liberdades democráticas que restam nos oásis ocidentais, contra as redes terroristas que se espalham pelo mundo, cobrindo-o com o manto tenebroso do obscurantismo.

NOVA RODADA DE AÇOITES MUNDIAIS NO LOMBO DE ISRAEL

O mundo não se cansa de açoitar Israel. O lombo do Estado Judeu já está bem calejado. Cercado de inimigos por todos os lados, Israel conseguiu sair vitorioso de todas as guerras que lhe moveram os países árabes. Mas os palestinos envolvem, cada vez mais, o mundo nessa guerra. Eles desejam que todos tomem parte das rodadas de açoites e apedrejamentos que organizam contra Israel, numa Grande Intifada Planetária. Os idiotas úteis que aderem à causa são os mesmos que vêem o mundo com um único olho, o da esquerda. Trata-se de um olho cego, tomado pela catarata com a queda do Muro de Berlim, o fim da URSS e a extinção progressiva dos regimes comunistas. A esquerda apodrecida só revive como os mortos-vivos: defendendo causas totalitárias.

Claro que Israel cometeu mais um erro ao abordar a “Mavi Marmara”, a “Flotilha da Liberdade” (sic), um grupo de seis navios que transportava, sem autorização nem controle, mais de 750 pessoas e 10 mil toneladas de “ajuda humanitária” (sic) para os terroristas do Hamas que assaltaram Gaza:

Para quê abordar essa “Flotilha da Liberdade”? A operação parecia destinada desde o início ao fracasso: meia dúzia de soldadinhos não iria “parar” centenas de fanáticos islamitas, entoando cânticos antissemitas de guerra, determinados a matar e morrer como mártires pela causa insana da Insani Yardim Vakfi (a ONG terrorista que organizou a expedição selvagem). Pela enormidade da operação, percebe-se que ainda corre muito dinheiro pelo mundo no apoio ao terror. Israel devia ter simplesmente afundado a “Flotilha da Liberdade”.

Mas entre os tripulantes da “Flotilha da Liberdade” havia militantes dos quatro cantos do mundo, inocentes úteis como a brasileira Iara Lee, que conheci nos festivais de Leon Cakoff: eles formavam um casal muito ativo mundo afora, na seleção das inúmeras porcarias que exibiam, entre um que outro bom filme, na Mostra Internacional de Cinema. E ai dos críticos que não elogiassem as porcarias: eram punidos com a retirada de suas permanentes e dos eventuais convites para macarronadas! Parece que Iara, agora envolvida em causas sociais, embarcou, com seu passaporte norte-americano, na canoa furada dos palestinos. Será devidamente deportada de Israel e recebida com honras pelos entusiastas da Mostra…

Parece que em 5 dos 6 navios abordados a operação foi bem sucedida, não tendo ocorrido violência. Mas ao abordarem o sexto barco, tripulado por cerca de 600 árabes fanatizados os soldados foram recebidos pelos pacifistas humanitários com todo o respeito, isto é, a golpes de faca, cassetete, barra de metal, lançamento de cadeiras e coquetéis molotov, bombas de gás, chutes, pontapés e balas, em verdadeiros linchamentos humanitários e pacíficos. Cada soldado que descia era cercado e linchado de forma humanitária e pacífica:

Um soldado israelense foi esfaqueado por um pacifista humanitário e quando dois pacifistas humanitários apossaram-se de duas armas dos soldados e abriram fogo, os demais reagiram em legítima defesa. No tiroteio que então se seguiu, 9 terroristas foram mortos e mais de 30 saíram feridos. Do lado israelense, 7 soldados foram feridos, dois deles gravemente. Países árabes bradaram aos céus contra o que definiram de “massacre” e “assassinato de Estado”. Nenhuma palavra nas mídias sobre a ilegalidade da “Flotilha da Liberdade”, sobre as (inexistentes) tentativas da ONU de impedir a operação de guerra dos pacifistas humanitários, sobre as agressões violentas aos soldados israelenses que, mais uma vez, foram obrigados a agir sozinhos contra o mundo inteiro cúmplice do terror. Imediatamente, os Estados aliados do terror – em primeiro lugar o Irã, seguido de países europeus e latino-americanos solidários (Venezuela, Brasil, Bolívia) apoiaram as mais vigorosas chicotadas morais contra Israel.

O Embaixador de Israel no Brasil, Giora Becher, foi convocado pelo governo brasileiro para “dar explicações”. Ele esclareceu o caso à embaixadora Vera Lúcia Barrouin Crivano Machado: os soldados embarcaram sem empunhar suas armas, mas foram atacados pelos “pacifistas” e reagiram em legítima defesa. Indiferente aos esclarecimentos, o Ministério das Relações Exteriores do Brasil continuou a categorizar a flotilha como “humanitária” e “pacifista”: Não há justificativa para intervenção militar em comboio pacífico, de caráter estritamente humanitário”. Em resposta, o Embaixador de Israel reafirmou que a flotilha tinha o objetivo político de apoiar o regime ilegal e terrorista do Hamas em Gaza, inexistindo ali crise humanitária: todo tipo de ajuda ingressa diariamente na região.

Israel oferecera aos organizadores da flotilha a alternativa de seguirem para o porto de Ashdod, onde os suprimentos de ajuda humanitária seguiriam para Gaza por via terrestre. Os organizadores não aceitaram. Os organizadores rejeitaram também realizar a entrega dos materiais através dos canais apropriados da ONU e da Cruz Vermelha. O grupo afirmou repetidas vezes que a intenção era romper o bloqueio marítimo em Gaza.

Levando em consideração o terror imposto pelo Hamas, o bloqueio realizado não apenas por Israel, mas também pelo Egito, é legal e justificado, como esclarece o documento The Gaza flotilla and the maritime blockade of Gaza – Legal background. Porque apenas Israel é acusado de fechar as fronteiras com Gaza? Porque o Egito mantém suas fronteiras com Gaza igualmente fechadas? Permitir uma “Flotilha da Liberdade” entrando ilegalmente em Gaza abriria um corredor de contrabando de armas e terroristas, com disseminação de violência em toda a área. Após os repetidos avisos aos organizadores de que não seria permitido romper o bloqueio, e seguindo a lei marítima, Israel impôs seu direito. Os membros da flotilha não atenderam as propostas israelenses nem aceitaram a solicitação das FDI, antes da abordagem, de que a flotilha os acompanhasse encerrando o evento de forma pacífica.

Como sempre, a máquina de propaganda palestina ganhou um novo tento. Uma Intifada desencadeou-se em Paris: uns 1200 manifestantes com bandeiras palestinas lançaram pedras contra a embaixada de Israel, na Avenida Champs-Elysées, gritando slogans antissionistas. As manifestações foram convocadas por grupos pró-palestinos, com a participação do Partido Comunista e do Partido Verde. Milhares de pessoas saíram em protesto em Estrasburgo, Lille, Marselha, Lyon, Toulouse. Em Madri, cerca de 600 manifestantes reuniram-se em frente ao Ministério de Assuntos Exteriores, com a participação do coordenador geral da coalizão Esquerda Unida, Cayo Lara, e do presidente da Associação Cultura, Paz e Solidariedade, Manuel Espinar, cujo filho embarcara na “Flotilha da Liberdade”, pedindo solidariedade para com o povo palestino. Em Valência, a concentração foi convocada pela Rede de Solidariedade com a Palestina. Centenas de pessoas se manifestaram em Sevilha, em apoio ao povo palestino… E assim o mundo vai virando um inferno, infestado de jihadistas.

UM POVO ACIMA DO BEM E DO MAL

A Palestinian Girl's Heroism

Heroísmo de uma garota palestina: queimando, feliz, as próprias mãos.

 

A sociedade palestina organizada pelo Hamas na Faixa de Gaza supera todos os limites da imaginação ocidental em seu retorno à barbárie. O grupo terrorista que assumiu democraticamente o poder em Gaza, depois de sacrificar mais de mil civis palestinos em sua guerra estúpida contra Israel, demonstra agora para o mundo civilizado, paralisado e quase embevecido diante de tantos horrores legais, que a primitiva lei islâmica – a shari’a – está sendo cumprida à risca; a despeito de séculos de tentativas sempre renovadas – e freqüentemente fracassadas – de civilização.

Inspirados na vida de Maomé (que recebeu Aixa, de sete anos, das mãos do pai Abu-Becre, amigo do profeta, para ser sua nova esposa adolescente, como conta Virgil Gheorghiu, em A vida de Maomé), os chefetes do Hamas organizaram, no dia 29 de julho de 2009, naquela faixa de território, um mega-evento de união massiva de militantes adultos com meninas pré-adolescentes. Uma monstruosa “festa do casamento pedófilo”, com 450 enlaces simultâneos.

Autoridades do Hamas, entre as quais Mahmud Zahar, um dos chefetes mais respeitados, estiveram presentes para cumprimentar os felizes barbados e suas noivas-meninas, já perfeitamente convencidas, por toda a sociedade doentia em que nasceram, e em primeiro lugar por suas mães desnaturadas, que deveriam se sentir felizes abusadas em casamento forçado com homens muito mais velhos. Uma prova de humildade, obediência e sacrifício, os mais altos valores ditados por uma religião de paz, amor e bondade.

“Estamos dizendo ao mundo e à América que não podem nos negar alegria e felicidade”, declarou Zahar aos noivos, todos de terno preto, e recentemente liberados do campo de refugiados de Jabalia e, portanto, cheios de amor pra dar. Cada noivo recebeu um dote de US$500 do Hamas, que anunciou que seus trabalhadores também contribuíram com 5% de seus salários para os presentes de casamento. Não deixem de ver o clipe postado no site Road 90 , com as preciosas informações aqui reproduzidas (as declarações no clipe não têm legendas). É simplesmente espantoso: o autor da postagem chama a atenção para uma cena na altura dos 4 minutos, com o desfile dos marmanjos com suas noivinhas, de maquiagem carregada, como se fossem mulheres maduras, prontas para satisfazerem seus homens famintos de sexo no leito nupcial.

É esta Salò islâmica que o mundo incentiva, acarinha, defende e abençoa contra o “Pequeno Satã” Israel quando este Estado democrático, agredido, se defende de ataques terroristas; é esta sociedade doentia que abusa sistematicamente de suas crianças que o mundo irriga com milhões de dólares em ajuda humanitária, sob a liderança da Administração Obama, que acaba de destinar US$200 milhões para a Autoridade Palestina, sem deixar de dar continuidade a outros programas assistencialistas que somaram mais de U$600 milhões em 2008; além de US$184,7 milhões doados à UNRWA, uma “mãe” para os refugiados palestinos.

Um desses auspiciosos programas foi anunciado pelo novo “Consulado Geral Americano Jerusalém” (que aponta para uma Jerusalém palestina e, logo, Judenfrei) e pelo Dr. Adel Yahya, diretor da Associação Palestina de Intercâmbio Cultural (Palestinian Association for Cultural Exchange – PACE): o Fundo Cultural de Preservação do Departamento de Estado Norte-Americano “ajudará três históricas aldeias da Faixa Ocidental – Beitin, Aboud e Al-Jib – a preservar sua herança cultural e promover destinação turística”. Quantas vezes você não sonhou em excursionar com toda sua família por Beitin, Aboud e Al-Jib? Agora, graças ao Departamento de Estado Norte-Americano, sob a Presidência de Barak Obama, seu sonho poderá tornar-se realidade.

Enfim, é para um governo que já demonstrou cabalmente o desprezo pela vida humana e que desvia a ajuda humanitária que recebe do Ocidente para patrocinar o terror contra o Ocidente, a pedagogia do ódio aos judeus e agora também as “alegrias” da pedofilia, que a Administração Lula, como não podia deixar de ser, também se comprometeu a contribuir com US$10 milhões em ajuda humanitária. Sem falar na partida de futebol oferecida pelo Brasil em favor da “paz”, programada apenas em território palestino, e só depois do protesto israelense concedida também em Israel, com alguns ídolos da seleção brasileira, como Ronaldinho, novo astro do cinema iraniano, já contratado para aparecer num filme de propaganda antissionista, onde uma pobre menina palestina desgraçada pelo Exército de Israel sonha em ver o Fenômeno…

Não se pode condenar a ansiedade de Celso Amorim e Marco Aurélio Garcia em colocar seus ilustres traseiros nos cobiçados assentos do Conselho de Segurança da ONU. Nem se pode condenar a ajuda humanitária do mundo ocidental à Autoridade Palestina, sempre que ela decide imolar sua população e destruir suas casas entrando em guerra com Israel na esperança periodicamente renascida de aniquilar um Estado moderno com pedras e foguetes.

Contudo, em nome da civilização, ou melhor, do sonho que todo homem minimamente civilizado acalenta de civilização, o Ocidente deveria condicionar suas ajudas humanitárias a um mínimo de humanitarismo. Ou seja, a uma efetiva campanha, a ser levada a cabo nos territórios de barbárie, contra o terrorismo como forma de governo, contra a pedagogia do ódio nas escolas e contra o abuso de crianças legalizado em massa. O mundo, porém, ajuda incondicionalmente os palestinos, fechando os olhos para todos os males praticados por esse povo abençoado pelas mídias e, assim, perigosamente colocado e mantido acima do bem e do mal.