BRASILEIROS DOENTIOS

Milhões de eleitores brasileiros queriam eleger um presidiário para a Presidência da República; os doentes petistas insistiram até o último minuto na inverossímil candidatura de Lula. Quando essa fantasia se mostrou totalmente inviável, partiram para o plano B, o candidato-tampão Fernando Haddad, que se apresenta com a máscara de Lula. Mas quem é o boneco de quem? Quem é o ventríloquo de quem?

Haddad-Lula. Foto de Ricardo Stuckert - Instituto Lula.

Haddad-Lula. Foto de Ricardo Stuckert – Instituto Lula.

Outros milhões de eleitores brasileiros querem eleger um candidato esfaqueado em situação periclitante; os doentes bolsominions não cogitam em montar outra chapa, não têm plano B, acreditam que o entubado vai se levantar para colocar a faixa presidencial. O acamado ganhou um hino místico-patético: “Capitão levanta-te”, do compositor e cantor venezuelano El Veneco, acompanhado de seu filho de voz irritante.

 

Bolsonaro teve alta da Unidade de Terapia Intensiva, mas ainda não pode sair do hospital. O “Mito” (na alucinação dos bolsominions) não vai caminhar sobre as águas depois da facada na barriga: ele só pode dar alguns passos de andador, com bolsa de fezes a tiracolo. Só sai do hospital em fins de setembro, se não piorar.

A eleição é dia 7 de outubro. Mesmo saindo do hospital, Bolsonaro não poderá circular por aí. Por isso seus filhos políticos assumiram o corpo-a-corpo da campanha, fazendo lives direto do hospital, enquanto o vice do candidato, general Mourão, e o “noivo” Paulo Guedes, prometido para o Ministério da Economia, se apresentavam em entrevistas.

Mas os tapa-buracos do candidato começaram a colocar as asinhas de fora e a bater cabeças com declarações inapropriadas e propostas contraditórias, para o desespero do candidato imobilizado, que ordenou que eles se calassem até entrarem num acordo. Bolsonaro fez então nova live hospitalar declarando: “Nunca me senti tão bem em minha vida”. Efeito da morfina?

Bolsonaro precisará de um mês ou dois de recuperação. E então entrará de novo na faca, para fechar a barriga e tirar a bolsa de fezes que terá de carregar até essa terceira cirurgia. Terá então que ficar mais um mês de cama até se recuperar, e só depois disso, se não houver complicações na terceira cirurgia, ele voltará a andar sozinho, de barriga fechada, sem bolsa de fezes a tiracolo.

A autoproclamada “missão divina” de Bolsonaro levou uma facada, dada por um crente esquerdista e antimaçônico que diz ter ouvido a voz de Deus. A Providência tem estranhos caminhos. O capitão não se levantará tão cedo, mesmo com todas as preces de seus seguidores fanáticos, com toda a ajuda de Deus ou do Diabo. Até quando os doentes bolsominions levarão adiante sua farsa de Bolsonaro Presidente?

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